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terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Zonzo, o cabritinho


Ser um cabrito montês não tem piada nenhuma quando se tem medo das alturas! Zonzo, o cabritinho, mal se vê lá no alto das montanhas fica todo a tremer...
Com a ajuda do seu amigo Edmundo, um cordeiro que gostava de saber trepar às montanhas, Zonzo descobre o cabrito montês que há dentro dele.
Uma história de amizade especial.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Vendidas

Zana e Nadia, filhas de pai iemenita e mãe britânica vivem em Inglaterra.

Um dia, após o início daquilo que pensavam ser umas férias de sonho, viram-se vendidas e casadas à força.

Numa aldeia perdida no Iémen sofreram uma série de humilhações e de violências.

Um dia a dia deshumano, uma história que mostra a realidade da vida de qualquer mulher no sub-mundo para lá das montanhas...

Após oito anos de sofrimento Zana conseguiu fugir mas deixou o seu filho, a sua irmã e a sobrinha prisioneiros da barbarie humana daquele país.

Zana e a sua mãe prometeram libertá-los...

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Carnaval em Veneza I


Lovric mergulha-nos na vida e nos amores da bela Cecília, a filha artista de um mercador de Veneza do Sec. XVIII. Uma cidade encantada mas decadente, repleta de gôndolas, palácios, comida requintada e laços amorosos. Uma história lasciva com drama e detalhes deliciosos...

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Nunca é tarde para recomeçar

Rose é uma mulher de 42 anos, que vive para o marido e os três filhos. Tem um casamento aparentemente feliz, com um empresário de sucesso.
Numa manhã como tantas outras, o seu marido comunica-lhe que já não a ama...
Rose depara-se com a dura realidade: sozinha, sem dinheiro e com três filhos para sustentar.

Mas a sua vida dá uma volta de 180º...


Uma história intensa e comovente, marcada pelo forte realismo que regista os esforços de uma mulher para recomeçar.

Nunca é tarde para recomeçar, Caterine Dune

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Porque te Amo


Layla, uma menina de cinco anos, desaparece num centro comercial de Los Angeles. Os seus pais, desesperados, acabam por se separar... Cinco anos depois, é encontrada no preciso local onde o seu rasto havia sido perdido.
Está viva, mas encontra-se imersa num estranho mutismo...
Onde esteve Layla durante este tempo todo?
Com quem?
Por que motivo regressou?
Um desenlace que jamais esquecerá!

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Burros

Burros, Adelheid Dahimène (texto) e Heide Stöllinger (ilustração)
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«Burros conta a história enternecedora de um casal de burros que celebra o aniversário das suas bodas de prata. Porém, uma pequena discussão e muita casmurrice fazem com que cada um siga o seu caminho em busca de novo parceiro. Depois de vários encontros e desencontros, acabam por perceber que não é assim tão fácil substituírem-se um ao outro…Uma história de amor, teimosia e reconciliação contada com humor e forte expressividade gráfica.»

Chocolata

Chocolata, Helga Bansch, Marisa Núñez.
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O que faz um hipopótamo fêmea sair da selva e ir à cidade? Uma óptima casa de banhos!Chocolata acordou cedo, pegou numa mini-mala e partiu para a cidade. Lá comprou roupa, sapatilhas, biquini de tamalho XL e camisa de dormir e à tarde foi à casa de banhos, onde encontrou outros animais. Antes de regressar a casa, o hipopótamo fêmea não esqueceu de comprar uma prenda ao Teófilo: um livro sobre a selva africana. O amigo esperava-o ansioso para ouvir as novidades.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

A menina e o cisne, Rosa Lobato Faria


«A Camila não era a menina mais obediente do mundo. Estava proibida de se aproximar do lago que havia no fim do jardim porque podia ser perigoso. Mas, naquele dia tão lindo, ela não resistiu. Era como se alguma coisa a chamasse.»
«Entretanto, ao mesmo tempo que a Camila visitava a Primavera, a Fada Borboleta, a Fada Orquídea e a Fada Organza chegaram à conclusão de que a Camila tinha desaparecido mesmo, e nem elas, com os seus poderes de fadas, conseguiam encontrá-la».

A mamã pôs um ovo :)


Hoje é um bom dia...

Hoje é um bom dia para recomeçar...



sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Pitulga, a Pulga


Nessa noite, quando Centelha, a abelha, se deitou, depois de um penoso dia a sugar o pólen, teve a desagradável sensação de que alguém estava já na sua cama. Deslizou furtivamente um olhar para debaixo dos lençóis e gritou:
- Está aí alguém?
- Não! - disse secamente uma vozinha. Centelha gritou de novo muito alto:
-Está alguém aí?
- Eu disse que não e não vale a pena gritar - disse a voz, dessa vez irritada.
Centelha nem queria acreditar nos seus ouvidos e mergulhou a cabeça debaixo do edredão para sair logo, exclamando assustada:
- Uma pulga! (...)


KRINGS, Antoon - Pitulga, a pulga. Porto : Ambar , 2003.

(Bichos bichinhos e bicharocos)

terça-feira, 16 de junho de 2009

A filha do Grufalão


Nenhum grufalão deve entrar na floresta escura. - Porque não? Porque não? -Porque vem o Grande-Rato-Mauzão e come-te… - Como é ele papá? - Já não me lembro bem, vi-o uma vez e fugi sem parar... O Grande-Rato-Mauzão tem uma força notável. E a sua cauda cheia de escamas é interminável! Os olhos parecem lagos de fogo, horríveis. E os bigodes mais duros que arame, são terríveis! Mas uma certa noite, em que lá fora a neve caía... O Grufalão roncava e a Filha não dormia… A Filha do Grufalão também valente se sentia. Por isso, pé ante pé, deixou a caverna do Grufalão. A neve caía e o vento assobiava medonho. A filha do Grufalão entrou na floresta – não foi sonho. - Ah! Oh! Um rasto na neve que cai! De quem é e para onde vai? Uma cauda saía dos toros junto ao chão. Seria a cauda do Grande-Rato-Mauzão? A criatura deslizou cá para fora. Os olhos eram pequenos e os bigodes, nem vê-los. - Tu não és o rato?- Eu não. Mas ele está aqui ao pé a comer grufalão em puré. O vento assobiava medonho e a neve caía sem parar, mas a Filha do Grufalão dizia: - a mim não hão-de assustar. - Ah! Oh! Marcas na neve! De quem são estas marcas de garras e para onde vão? Dois olhos brilhavam no cimo da árvore. Seriam os olhos do Grande-Rato-Mauzão? A criatura voou até cá abaixo. A cauda era pequena e os bigodes, nem vê-los. - Tu não és o rato! - Uh, uh! Eu não. Mas ele está aqui ao lado a comer grufalão assado. O vento assobiava medonho e a neve caía sem parar, mas a Filha do Grufalão dizia: - a mim não hão-de assustar.- Ah! Oh! Pegadas na neve! De quem são e para onde será que vão? Hummm!… Bigodes e uma toca no chão. Será esta a casa do Grande-Rato-Mauzão? A criatura veio cá para fora, mas os seus olhos não eram horríveis,a cauda não tinha escamas e os bigodes, não eram terríveis. - Tu não és o rato! - Eu não. Mas ele está aqui no mato a beber chá de grufalão. - Isto é uma partida. Eu não acredito no Grande-Rato-Mauzão. Mas olha quem vem a sair do buraco? Não é grande. Não é mauzão. Mas é um belo rato. - Hum, que bem deves saber no meu prato!!! A Filha do Grufalão agarrou logo o rato para o comer. - Espera! Antes de me comer, o meu amigo devias conhecer. - Deixa-me subir àquele ramo que logo o chamo. É tão mau e tão grande que só acreditas depois de o veres. - Deve ser o Grande-Rato-Mauzão. Ele existe, afinal. O Rato subiu a um ramo. A Lua estava cheia e uma sombra terrível desenhou-se no chão. - Ahhhh! - É o Grande-Rato-Mauzão… O ratinho sorriu e saltou para o chão. - Ah! Oh! Marcas na neve! De quem são estas pegadas e para onde vão? As pegadas iam até à caverna do Grufalão. Onde já estava a Filha do Grufalão deitada ao lado do pai. E o Grufalão roncava, roncava e roncava...

DONALDSON, Julia - A filha do Grufalão. Lisboa : Verbo , 2004 .

Tremeliques


Ainda o Grufalão...


segunda-feira, 15 de junho de 2009

Não conheces o Grufalão não?!


Era uma vez um rato muito esperto que
passeava na floresta.
Num certo dia, apareceu uma raposa que queria
comer o ratinho castanho, e disse-lhe:
- Olá rato, queres vir almoçar comigo?
- Não, eu vou almoçar com o Grufalão.
- Grufalão!?? – O que é um Grufalão?
- Não sabes o que é um Grufalão? – disse o rato
– Um Grufalão é um Grufalão. Ele tem uma
borbulha venenosa no nariz e gosta de guisado
de raposa.
- Guisado de raposa, já não estou cá!!
Mais á frente viu uma coruja. Ela convidou o
rato para tomar chá mas o rato respondeu:
– Não, vou tomar chá com o Grufalão.
- Grufalão!?? – O que é um Grufalão?
- Não sabes o que é um Grufalão? – disse o rato
– Um Grufalão é um Grufalão. Ele tem dentes
terríveis numa boca terrível e gosta de gelado de
coruja.
- Gelado de coruja, já não estou cá!!
A coruja deixou logo o rato em paz.
O rato continuou o seu caminho, quando lhe
apareceu a cobra que o convidou para um
banquete, e o rato disse:
– Não, vou tomar a um banquete com o
Grufalão.
- Grufalão!?? – O que é um Grufalão?
- Não sabes o que é um Grufalão? – Disse o
rato
– Um Grufalão é um Grufalão. E olha que ouvi
dizer que gosta de cobra mexida.
- Cobra mexida, já não estou cá!!
A cobra fugiu com medo.
O rato pensava que estava livre quando
apareceu o Grufalão que o queria comer.
Mas o ratinho que era esperto disse:
- Apetece-me puré de Grufalão!!!
E conseguiu assim assustar o Grufalão


DONALDSON, Julia - O Grufalão. Lisboa : Verbo , 2003